
Cabe comentar sobre as últimas linhas desta matéria da revista Galileu nº 225 do mês de abril deste ano, que diz: "...o que importa não é a tecnologia ou o suporte. É o tipo de conteúdo."
Enquanto refletimos a temática interatividade via tecnologia, especialmente IMC, muito nos tem preocupado a questão dos conteúdos veiculados por ela.
Interatividade requer ação recíproca, interdependência, que dependendo do suporte isto ainda é inviável, e como aborda a reportagem "não podemos acreditar no suposto sucesso da última inovação tecnológica", temos que considerar uma cultura adepta das mídias. Acrescentaria que a disposição para a interatividade dependerá do interesse no assunto, da habilidade de navegação e da intenção e atitude de compartilhar e não apenas a aquisição de nova tecnologia. Ou seguiremos a repetir o padrão da passividade consumista?
Olá colega,
ResponderExcluirconcordo que o uso da tecnologia por si só não promove a interação e muito menos o aprendizado, ainda mais que há entre os estudantes uma característica de passividade no ato de aprender. O uso da tecnologia na educação formal (básica ou superior) deve contar com a presença de uma equipe que pense seu uso de maneira a potencializar seus espaços e suas possibilidades. Caso contrário iremos ter AVAS, objetos de aprendizagem, fóruns, Wikis, blogs, etc, com discussões repetitivas, de senso-comum, com poucos avanços e muitas vezes apenas fazendo de conta, ou seja, servindo como "perfumaria".
Colegas Carla e Isleia, concordo com vocês ao referirse sobre o uso das tecnologias. As interações só vão ter um resultado positivo em nossa vida se algo dentro de nós mudar.As mudanças acontecem através do aprendizado. Os meios tecnológicos e as IMCs se caracterizam como um agente de mudanças se os mesmos forem associados aos pre requisitos a construção elaboradas individualmente. A tecnologia quando incorporada de forma significativa poderá resultar em quebras de paradigmas e mudanças de comportamento.Caso contrário será um aprendizagem momentanea.
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